OS BEATOS SECTÁRIOS ROTULISTAS DE MALATESTA NA CONSTRUÇÃO DO SENTAR NA CHOMSKY

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Anarquista é, por definição, aquele que não quer ser oprimido, nem deseja ser opressor” (Errico Malatesta)

Eleito o autor da frase mais política e mentirosa dos memes anarquistas, morto em 1932 em nada mais pode se defender ou se importar com acusações. Por outro lado, os seguidores de suas teorias sim merecem ser alvo de críticas. Errico Malatesta é atualmente o rei dos anarco-demagogos, dos anarco-rotuladores, daqueles que buscam na mentira de uma padronização comportamental subterfúgios para tornar o anarquismo um acessório de partidos de esquerda pela derivação da sua obra.

Sua produção influencia o convite para que oportunistas mostrem as asas ao tentarem convencer o povo de que a sua maior satisfação estará em ajudar quando a sua satisfação estará na verdade em controlar os outros. Um discurso demagogo burocrata como este só poderia cair nas graças da esquerda libertária, tradicionalmente demagoga, e tradicionalmente adepta de soluções burocráticas para resolver os problemas sem precisar fazer exercícios físicos.

Ora, se Malatesta afirma que para ser anarquista o indivíduo deve apanhar e oferecer a outra cara a tapa, ou seja, ser oprimido e não desejar oprimir, ele erra veementemente. É um direito natural e portanto moral que toda vítima possa vingar-se de seu algoz, sendo assim, o desejo por oprimir aqueles que nos oprimem é uma condição natural, derivada da violência infringida e não um limiar entre o anarquista e o não-anarquista.

Este tipo de retórica defendida por Malatesta é perigosa pois nos leva a acreditar que existam pessoas mais iluminadas que as outras, “anarquistas”, e que por estarem nesta condição teriam mais capacidade de governar as outras. Este é um entendimento derivado de uma moral cristã e em nada tem a ver com a realidade observada.

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Bakunin já afirmava que seria só questão de um ano até que qualquer anarquista se tornasse pior do que o próprio Czar caso lhe dessem os poderes de um. Assim, atualmente a retórica de Malatesta é a retórica do lobo tentando convencer o rebanho. Através do discurso em si e de uma atuação teatral, o ideal de santo católico é transmutado no ideal de perfeição anarquista de um filósofo platônico e essencialista como foi Errico.

Aos critérios supostamente dele, para ser anarquista seria necessário negar o instinto humano ao invés de criar um sistema que seja adequado para a natureza humana. Malatesta sempre viveu satisfeito no meio de escravos e sempre viveu dos lucros da escravidão, mesmo assim insistiu em rotular e separar a seu critério anarquistas e não anarquistas… um hipócrita descarado ou um autor mal interpretado e usado para fins obscuros?

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Tudo que Malatesta fez em vida foi aproveitar-se das outras pessoas em benefício próprio como sua própria retórica afirma, e agora o utilizam para tentar rotular por critérios judaico-cristãos os que poderiam ser ou não anarquistas.  Malatesta pelos seus próprios conceitos não poderia ser um anarquista, talvez ele tentasse expressar realmente isto e nem tenha culpa de que carimbadores malucos utilizem suas palavras para rotular outras pessoas. Rotular a si mesmo é sempre tarefa mais difícil e ninguém é capaz de fazer isso com a mesma autoridade que faz aos outros.

Funcionando na prática como uma ferramenta de burocratização e sectarismo, a retórica de Errico Malatesta sobre o que é ou não um anarquista é mais pernóstica do que correta. Muito mais um político do que um cientista o que ele ensina pelos memes é enganar o povo.

Anarquistas querem oprimir sim! São humanos, e por saberem disso e serem racionais é que entendem que ninguém possa governar a ninguém. Esta verdade não vende votos nem livros e desagrada aos olhos assustados da burguesia. Ao tentar definir anarquistas como santos e santas o que os beatos parecem fazer é buscar um sincretismo entre a igreja e o anarquismo para agradar aos burgueses. Que isso fique claro para quem for comprar o peixe…

Os beatos de Malatesta praticam macumbaria bestial satânica com o anarquismo e atuam assim a serviço de partidos políticos de esquerda liberais e socialistas. Assim como Noam Chomsky que não passa de um palhacinho que vende palestras é um ídolo da esquerda inoperante e festiva, Malatesta é o outro pilar do tripé desta esquerdopatia, sendo o terceiro a grana que isso traz através de cargos em comissão.

Assim como Roberto Carlos vendeu uma perna pro diabo pra obter sucesso e dinheiro, Malatesta vendeu a pena anarquista para rotuladores e grupelhos protofascistas que se acham no direito de oprimir toda forma de iniciativa. Chomsky reforça esta patota falando o óbvio, o óbvio que ele não sabe do que fala, na maior parte dos casos.

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Não querendo mais falar dos mortos mas sim dos vivos, percebemos que Noam Chomsky anda mais vivaldino do que nunca, apoiando a esquerda corrupta brasileira enquanto traça críticas ferozes à união soviética. Isto nos leva a pensar, quem esta esquerda brasileira realmente representa?

Com certeza esta nossa esquerda representa artistas da televisão, jornalistas, donos de revistas, vendedores de cosméticos, grandes indústrias, partidos e igrejas corruptas mas não o anarquismo. Então porque diabos anarquistas aceitam a rotulagem de um cara com a testa ruim? A testa deles não funciona?

Malatesta como o próprio nome sugere, é um cabeça ruim, muito melhor que Malatesta é ter uma boa testa. O carimbador maluco do anarquismo, tentando selar, registrar, rotular, avaliar e metralhar é quem precisa se valer destas ideias deformadas.

Anarquia é liberdade, incluindo aí a liberdade de vingança, de matar, estuprar, oprimir e mutilar aqueles que assim nos fizeram. Não há princípio cristão algum no anarquismo, este por si só é a luta contra Deus, é Satanista, o anarquista é o próprio diabo.

Malatesta certamente não é o rei das mentiras, a sua foi facilmente descoberta. A retórica demagogista Malatestiana faz casa na vulnerabilidade aos instintos sectários e alimenta isto através do afã de cristo gentrificador de movimentos portado pelos beatos e beatas.

Não temos obrigação nem desobrigação acerca de oprimir nossos opressores, o desejo por vingança não faz de ninguém menos anarquista. Apesar disto, anarquistas costumeiramente não iniciam uma agressão.

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O Malatesta dos beatos oprime indiretamente, e tenta governar o ingovernável. Tido como patrono espiritual pelo Partido Anarquista Internacional, uma seita de loucos que deturpam o anarquismo. Para os beatos malatestianos fica a dica: “bota a malatesta no umbigo e engole a chomsky….”

EL GRAXAIM BÁRBARIE
21-05-2016
ALBÂNIA – CORÉIA DO NORTE – AL_MOSSADJ

TODO HOMEM É UM ESTUPRADOR EM POTENCIAL: DIFERENÇAS ENTRE A PEDOFILIA CONSENSUAL E O ESTUPRO DE VULNERÁVEIS

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O estupro é uma manifestação violenta da sexualidade, diferente da pedofilia que é a atração por menores de idade, o estupro é um ato cometido sem o consenso das partes e não é aceitável em nenhuma cultura mesmo as que possuem aceitação de relações sexuais violentas ou envolvendo crianças pois fere o princípio da não-agressão.

Deste modo, é preciso diferenciar a pedofilia consensual e a não-consensual. As leis só atuam para defender estupradores enquanto a população é individualmente condicionada a se posicionar contra o amor livre das outras pessoas. No momento em que a pessoa toma consciência cultural de que a violência contra outras pessoas é injustificável, atuar desta forma é algo que merece represálias. De outro modo, uma atitude realizada em comum acordo entre as partes sem o uso de coerção, motivada pelo desejo não é eticamente condenável.

O estupro de pessoas vulneráveis ou não é injustificável sob todos os aspectos e deve caber às vítimas decidirem o que deve ser feito. Não há nada que possa condenar uma menina que mate seus pais enquanto dormem pois estes abusavam dela sexualmente, um tribunal que condenar tal atitude será um tribunal da injustiça e mais uma prova de que a lei serve aos bandidos e não às vítimas.

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Prisão não resolve e linchar um estuprador igualmente não resolve o problema do estupro visto que todos somos estupradores em potencial, assim como todos somos assassinos em potencial. Então não está errado afirmar que todo homem é um estuprador em potencial.

Não existe o gene do estupro, ele é uma atitude que expressa sexualidade, onde existam boas condições de vida, educação para a ética e liberdade individual este tipo de comportamento violento não ocorre visto que trata-se da emanação de instintos reprimidos.

Há psicólogos que consideram a pedofilia uma doença, porém ela também é uma manifestação da sexualidade, reprimir a pedofilia é tratar o efeito e não a causa de um problema. Mesmo pessoas que sentem atração sexual por crianças podem controlar seus instintos e viver perfeitamente sem praticar coerção que infringe o princípio da não-agressão.

Não há nada que justifique criminalizar a pedofilia quando esta é consensual, isto é portanto um bloqueio cultural que contraria até mesmo os fatos biológicos. O ser humano atinge a idade reprodutiva quando menstrua ou começa a ejacular, coisas que na maioria dos casos ocorrem bem antes dos dezoito anos de idade.

A infância é um termo abstrato, a nossa idade adulta inicia-se biologicamente com o início da fase reprodutiva, embora a sexualidade se inicie muito antes disso. Não é pura obra de ficção como descrito em “Lolita” por Vladimir Nabokov afirmar que existem crianças que seduzem adultos.

O estado cria a pena e promove despotismo aos pobres e anarquia aos ricos, que ao pagarem advogados sempre irão se safar nos termos da lei. Além disto, ele tentar forçar padronização de estágios de vida como infância, adolescência, vida adulta e velhice para encaixar os comportamentos humanos que deveriam se basear apenas em nossa própria biologia que é diferente para todos visto nossas diferenças genéticas.

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Assim, o despertar do interesse sexual é um processo pessoal que se for regulado por leis será de todo modo uma tentativa imoral de burlar nossa própria natureza. As crianças possuem direito de fazer o que quiserem, assim como os adultos.

A informação recebida no ambiente familiar e comunitário assim como a própria experiência é que lhe ajudarão a tomar as escolhas corretas e seguras não cabendo a ninguém decidir por ninguém mas sendo possível a todos que desejam e são capazes fornecerem orientação, especialmente quando requisitada.

O amor é a lei, mas amor sob vontade. Todo homem e toda mulher é uma estrela e tem direito de amar onde, quando e com quem quiser, e de certo modo somos todos crianças. A atitude de querer punir aquilo que não se entende é a negação da própria natureza buscando projetar em outros nossos próprios demônios.

Mesmo pessoas que não conseguem sentir empatia podem perceber através da razão os benefícios de respeitar o princípio da não-agressão. Assim, ao praticarmos o que sabemos que pode acarretar em consequências negativas não nos negamos a aceitá-las mesmo que nossos instintos de preservação nos façam atuar de outra maneira. Nestes casos não deve haver misericórdia e tampouco atitudes motivadas pela raiva e que não erradicam problemas que são sobretudo culturais e ainda acarretam atitudes indesejadas principalmente pela miséria e a ignorância que limitam as opções de um ser humano em se satisfazer.

Matar estupradores(as) não elimina esta característica comportamental e matar pedófilos e pedófilas é uma estupidez derivada de uma cultura excessivamente imoral como é a judaico-cristã. Mesmo assim não se pode negar para as vítimas de qualquer tipo de violência o direito de retaliação conforme o seu entendimento da gravidade de cada ato de violência.

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A vingança traz a paz e o perdão é dado quando a retaliação supera a violência original, mas aos não envolvidos e não vitimizados o desejo por retaliação e punição é doentio mesmo quando feito como um ato de empatia. A razão nos mostra que eliminar um problema culturalmente através da educação e do uso da tecnologia para proporcionar bem estar é mais eficiente do que punir quem propaga atitudes indesejadas. Além disso, neutralizar e impedir que algo volte a ocorrer é a função original da punição, uma forma arcaica de educação.

Se não queremos violência e não perdoamos violência, punir qualquer tipo de atitude violenta com mais violência é algo indesejado.

As propostas de castração química de estupradores são lobby da indústria farmacêutica e não garantem segurança para ninguém. A própria castração mecânica não garante que os estupradores e estupradoras não vão atuar com objetos para a mesma finalidade de praticar violência sexual.

Deixar que cada vítima de abuso e estupro decida o que deve ser feito com o agressor ou agressora é a atitude mais humana e ética a ser tomada para os casos de violência.

Sendo toda punição uma causa e não efeito da violência, fica impossível erradicar fatores que são consensualmente indesejados de nossa cultura pois eles se mantém vivos através das estruturas que geram a ordem e a hierarquia de um sistema coercitivamente gerido e que busca na punição uma maneira de padronização e geração de estabilidade.

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Nesta luta infrutífera contra a barbárie nada foi feito além de aprimorar-se a barbárie e transformá-la em um fetiche. O crime co-evolui com a lei, a civilização nos moldes da cultura industrial é um dos estados mais selvagens possíveis para nossa espécie e tende ao transumanismo e a tentativa de erradicação de comportamentos através de manipulação genética e fenotípica se não for extinta da forma como a conhecemos. A castração química não é nada além de uma face deste dado de muitos lados.

“Estuprador tem que ser linchado, se me estuprar ou algo que o valha eu exijo linchamento com requintes de crueldade, porém, não posso decidir por mais ninguém além de mim” (Autora anônima)

Este é um princípio da liberdade individual tão pavoroso aos que temem sua própria natureza e procuram se abrigar na proteção imaginária de um estado que na prática é apenas uma alegoria, uma forma de explicar a conjuntura reforçada por papéis tingidos com símbolos. Você só estará em segurança se souber se defender.

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“Tânia, hoje cê faz treze anos,
Vejo em teu rosto teus planos,
Sei que você quer deitar,
Vem cá que eu vou te ajudar,
Esqueça as freiras e o altar,
Tânia, Tânia, baby…
…Tânia, esquece o despeito das freiras,
Gente que vive nas beiras
E nunca se atreve ao profundo,
Fogo, negro, centro do mundo,
Deus está no puro e no imundo” (Raul Seixas)

EL GRAXAIM LIBERTÁRIO

20-05-2016

COMUNISTA ANCAP – COMEDOR DE CRIANCINHA – RESPEITE MINHA CULTURA

OS MINISTÉRIOS DA CULTURA E EDUCAÇÃO SÃO OPRESSÕES ESTATAIS (A ESQUERDA SE FUDEU): EFEITOS MINARQUISTAS COLATERAIS DA VACINA CONTRA PANDORA

 

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A cultura é um instrumento de dominação estatal, atuando através da propaganda ostensiva e subliminar para que grupos que controlam governos exerçam seu controle e reduzam a liberdade de pensamento da maioria. Ao elegerem padrões de adequação para o recebimento de verbas incentivam a arte a produzir material governista e serve de todo modo para a corrupção.

A esquerda esbraveja pelo fim do Ministério da Cultura, ora, este nunca sustentou artistas de rua embora sempre tenha despejado dinheiro na mão de artistas consagrados, tudo isso com o propósito de doutrinar para a causa governista e gerar um imenso cabide de empregos.

O ministério da cultura serve apenas para tentar eliminar a contra cultura e a subversão em seu propósito funcional desconsiderando o viés corrupto de tal instituição, não há sentido em defender a manter esta que foi criada por José Sarney se ela nunca serviu ao propósito da grande massa de pessoas que se expressam através de arte.

A mania de burocratização e a criação de inúmeros ministérios inúteis tende ao ridículo, com o dinheiro usurpado através de impostos toda causa que pareça justa é digna de ganhar uma nova estrutura e novos gastos que demandam mais impostos. A utilização destes impostos ao invés de promover a cultura popular neste  caso elege alguns que se alinham ao projeto governista para receberem os fundos, tudo já esquematizado desde o início. Claro, isto não ocorre apenas na cultura, não ocorre apenas em ministérios, este é um problema do próprio estado.

O estado nada mais é do que um ladrão que escoa o dinheiro de todos incluindo dos explorados e recoloca na mão de elites. A extinção de apenas um ministério ou alguns e os princípios minarquistas não chegam nem de perto em uma solução para o problema, a erradicação do estado é a única solução.

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Ninguém é mais apto do que você para decidir aonde suas divisas devem ser investidas, e ninguém é mais capaz do que você para dizer o quanto de suas divisas devem ser investidas em cada coisa. Toda pessoa tem direito ao fruto de seu trabalho, embora, se o que ela possui seja fruto de exploração esta regra não seja válida e a expropriação torna-se ética.

Se a expropriação torna-se válida e a presença do estado inválida, torna-se então surreal o conceito de propriedade, sendo esta uma abstração que não deve ser levada em conta. No entanto o roubo, ou seja, a expropriação de algo que esteja em posse e sirva para o usufruto de outra pessoa é de todo modo condenável por tratar-se de uma forma de violência que pode acarretar inclusive na morte da pessoa que dependa do que está de posse.

O conceito de cultura dentro disto, e pior, de uma instituição que defenda a cultura estatal é um crime contra a liberdade individual de qualquer um. É um conceito com ideias nacionalistas e que só pode ser estimulado por mentalidades débeis visto que o nacionalismo por si só é uma debilidade pois foi obra da imposição de elites monárquicas sobre as populações.

Isto está muito longe de ser um sentimento espontâneo entre os seres humanos que costumam criar empatia por critérios que divergem de nacionalidade, seres estes que muitas vezes são obrigados pelas nações a separarem-se de outras pessoas detentoras da mesma cultura com as quais possuem afinidades. O nacionalismo portanto é um mal para todos exceto os dominantes.

A cultura como um mecanismo de criar sociedades deve acabar, a cultura é algo individual, o conjunto de todos os conhecimentos adquiridos direta ou indiretamente por um indivíduo e ela não pode ser padronizada por um estado pois isto acarretaria a estagnação da dinâmica dela própria. Em outras palavras, a padronização cultural promovida pela estatização destrói a cultura.

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A educação e a economia também possuem papel fundamental na formação da cultura, de modo que os ministérios da fazenda e da educação também deveriam ser abolidos em nome da contra-cultura visando a extinção ou anulação da classe política. A existência e a utilidade de um estado são coisas questionabilíssimas e acreditar nelas como fatos só poderá trazer névoas aos que procuram construir um mundo livre.

Os ventos mudam mas as vontades permanecem, assim as forças reacionárias que defendem o uso da força e da violência mudam de lado para manterem-se realizadas. A esquerda vocifera contra os princípios anarquistas do mesmo modo que a direita o fazia quanto aos comunistas na década de 60, da mesma forma como os cristãos faziam na idade média com praticantes de bruxaria.

E é preciso deixar claro que esta esquerda, pelo menos a parcela governista dela, foi quem optou pela aliança com os que agora chamam de golpistas mas que até poucos meses atrás eram tidos como aliados e essenciais para manter o governo, relegando o papel de oposição aos que buscam progresso cultural.

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Que fique claro também que a esquerda abraçou o conservadorismo e não são os anarquistas que mudaram de lado, estes apenas mantêm a coerência e se vêem diante de mais um inimigo. Que se use então um filho da puta pra bater noutro filho da puta, a esquerda governista terá tempo para saborear o amargo gosto de ter sido deixada de lado pela força motriz de seu movimento, a única capaz de gerar o respaldo popular, este nunca mais estará do lado dos atuais ex-governistas. A estratégia dos anarquistas ao manter-se coerente e ativa nos debates populares levará o mesmo a sepultar o esquerdismo.

O ministério da cultura pode ter acabado mas o anti-ministério da contra-cultura comemora o estrago e gargalha da maldição de Pandora a qual os ex-governistas da esquerda parecem ter tomado vacina para se imunizar.

Aperta Pandora, quae sera tamen, sinistram est fututam! Postremo! Epulari Pravum!

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O povo, querida, querida
Há de sobreviver, querida, querida
Às canções de protesto, querida, querida
À seus benfeitores, querida-a
E a esta nossa bondade

O povo, querida, querida
Ainda suspeita, querida, querida
De nossa covardia, querida, querida
Masturba e deleita, querida-a
Esquerda, grana e direita

EL GRAXAIM BIZANTINO

19-05-2016

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DECRETADO ESTADO OFICIAL DE ANARQUIA NO BRASIL PELAS VIÚVAS DO SOCIALISMO GOVERNISTA

 

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O Brasil está oficialmente em estado de anarquia, se nos encontramos diante de um governo sem reconhecimento internacional em nada devemos nos sentir obrigados a reconhecê-lo. Pelo menos este é o discurso que a esquerda governista anda proferindo, dando alguns sinais de vida embora ainda muito ofuscados parece que buscam unificar os movimentos em torno da causa de recuperar um governo que nunca foi das ruas e nem dos movimentos.

Seguindo o conceito de pátria educadora o estado fez excelente trabalho ensinando através do exemplo o que fazem e para que servem os políticos e ele mesmo. Demonstrar ao povo que só servem para atrapalhar, mentir e roubar é fundamental para a compreensão do estado e da teoria política.

Ao que nunca fizeram uso de reconhecimento de qualquer governo não é novidade alguma o atual quadro político brasileiro. No entanto, outro setor da população conhecido como esquerda governista agora terá alguns meses para saborear o bom e velho anarquismo, pelo menos até a próxima eleição.

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Afinal, toda propaganda anti-governista foi só para que os responsáveis pela tal da pátria educadora fossem educados pelo povo, aprendessem com o povo, ou seja, voltassem finalmente às ruas. Quem governa são as ruas, não são os gabinetes, as canetas ou os paletós, quem domina as ruas domina o país e o impeachment é prova disso.

Os governistas não foram às ruas pois o governo nunca foi às ruas, e perderam o governo graças a isso, agora lhes resta aceitar o anarquismo pós traumático ou seguir acreditando em lideranças incompetentes que entregaram o poder a reacionários, que estas mesmas lideranças desejaram como aliados.

Então que se ocupem as ruas de anarquia, que a teoria do caos se exerça para disso criar a nova ordem que vai posteriormente ser derrubada, mas que ela venha pois é necessária contra a ordem atual. Então que se exerça a desconstrução nas mentes governistas, a promoção do caos, a hiperteorificação objetivando que percebam que não passam de ovelhas enganadas por uma matilha de lobos que só lhes faz roubar.

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A confiança em líderes leva qualquer ideologia para o buraco visto que seres humanos são suscetíveis a erros, não pode haver nenhum líder que não cada pessoa como líder de si. A confiança da esquerda governista nos líderes possibilitou que as mentes mais medievais do país tomassem o controle do estado.

Os dois caminhos para os ex-governistas são bem simples de compreender: ou assumem-se parasitas acessórios ou assumem-se líderes de seu próprio parasitismo e abraçam o anarquismo. Se restam dúvidas de que a classe política e a democracia representativa são problemas e não meios de solucionar as questões das populações de todos os territórios, são dúvidas que restam em mentes pouco sagazes.

Mesmo assim os partidos não desistem, a tentativa de aparelhamento das ocupações de escolas estaduais, ação realizada por partidos militantes, é uma estratégia desonesta e que busca frear este que é um movimento legítimo e horizontalmente organizado. Esta interação deve servir muito mais para que os militantes de partidos aprendam com o exemplo dos estudantes alguns conceitos que acabaram esquecendo ao envelhecer. Muito pouco os partidos podem ensinar ao movimento dos estudantes, certamente menos do que podem aprender.

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O que os ex-governistas parecem ainda não ter capacidade de entender é que não irão conseguir alinhar sua pauta de recuperação de um governo com os movimentos da rua. O que terão que fazer é simplesmente abrir mão desta pauta e aderir aos movimentos, buscando não a liderança, mas a participação individual horizontal, deixando de lado a estrutura partidária e os líderes, estes só fazem bosta.

Então que seja explicado a cada um deles pelos mais diversos meios possíveis que são exatamente eles que devem se conscientizar e perceber que os próprios erros foram os únicos responsáveis pela puxada no tapete, quem manda são as ruas.

A pátria educadora aprendeu que não se faz acordos com inimigos, aprendeu que a rua atua em causa própria, aprendeu que não se muda o discurso, agora só falta aprender a ter vergonha na cara. Que ao criarem vergonha então não busquem esperança em um sistema falido que é a democracia representativa e partidária mas que assumam o projeto de horizontalidade proposto por aqueles que estão estudando uma maneira de transformar a realidade.

O anarquismo é o único caminho para populações onde cultura e tecnologia são horizontalizadas e compartilhadas por todos. Buscar soluções em sistemas republicanos e representativos é nada além de oportunismo e estratégia dos predadores, todos eles atuam em causa própria e não poderia deixar de ser diferente, afinal, eles representam.

As pessoas já aprenderam a atuar e não desejam mais assistir os atores, querem fazer na rua sua própria novela. Que se ouça a voz dos loucos e das crianças, que não se tente curar nem educar a estes pois são aqueles que nos dizem a verdade.

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Será preciso que todos fiquem cegos, surdos e loucos berrando suas próprias verdades para que encontremos alguma luz no fim do túnel. Está decretado o caos, a anarquia! O estado sem governo reconhecido que na prática é a lei do forte, a lei da rua, esta sempre foi a lei e nunca mudou. Que a rua se encha de sabedoria para difusão das ideias libertárias construindo um sistema horizontalmente gerido de maneira não coercitiva, que a rua se encha de anarquia.

Para as viúvas do socialismo governista lencinhos reaproveitáveis pois o choro é livre mas o planeta é um sistema fechado, uma prisão, e se estamos fadados a ela e a todas as imposições do cárcere então que não criemos outras imposições além destas, não existe necessidade para tanto. A pátria educadora deve aprender também esta lição, não é ecologicamente correto gastar papel com este tipo de choro.

EL GRAXAIM AVISOU

16-05-2016

DEVIAM TER ME ESCUTADO – AGORA CHORA – O CHORO É LIVRE…

ACOSTUMEM-SE COM O CHEIRO, A MACONHA VEIO PRA FICAR: MANIFESTO CARBURADOR CONTRA O LATIDO DOS CÃES HIPÓCRITAS REACIONÁRIOS

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O preconceito contra o uso recreativo de maconha continua sendo um dos maiores fatores de atraso cultural no Brasil e em grande parte do mundo. O cheiro de maconha é inerte ao organismo, faz tão mal quanto o cheiro de feijão cozido ou qualquer incenso, de modo que não se trata de um desrespeito a liberdade de ninguém produzir cheiro de maconha.

Gosto pessoal é algo que não se discute, então é possível dizer que algumas pessoas se sentem ofendidas com o cheiro de maconha, mas isto não é diferente de pessoas que sintam-se ofendidas pelo som do funk, do pagode ou da música sertaneja. Também não é diferente de sentir-se ofendido pelas vestes de outro indivíduo. A mesma ofensa sentida motivada por preconceito cultural que alguém sente quando percebe cheiro de maconha é o que motiva extremistas de direita a espancarem travestis.

O preconceito cultural vem junto com a hipocrisia, visto que a maioria das pessoas contrárias a maconha utiliza outras drogas, o próprio conceito de ilegalidade não é válido como justificativa visto que todos no brasil, quase sem exceção, cometem irregularidades perante a lei. Fumar maconha é tão ilegal quanto assistir um filme pirata, e ambas as práticas financiam menos o crime organizado do que pagar impostos.

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Sendo assim os que se ofendem com a maconha e que se sentem desrespeitados com o cheiro são os verdadeiros responsáveis pela sujeira hipócrita onde nos encontramos, especialmente quando buscam táticas coercitivas na tentativa de impôr seus valores perante outras pessoas. Existe hoje em dia até perfumes e incensos com o cheiro de maconha, sinal que é uma coisa de bom gosto.

A lei nem deveria existir, mas se existe é uma estupidez tentar fazer a população se formatar a ela ao invés de formatá-la à população. A lei em teoria foi feita para servir ao povo e não o povo feito para servir à lei. A maconha veio pra ficar no Brasil e no mundo, até mesmo para que possamos nos livrar de duas grandes doenças que assolam nossa cultura, o tabagismo e o alcoolismo.

Se esta discussão até mesmo no Superior Tribunal Federal já tomou rumos mais libertários, dentro das vizinhanças ainda ecoam vozes reacionárias, em sua maioria de alcoólatras, quando não de pessoas fracas demais para agirem pela própria vontade e por isso tentam impôr a mediocridade a todos pela sua incapacidade de resistir ou educar seus filhos com um exemplo livre de hipocrisia.

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Não se deixe intimidar por latidos dos desesperados que percebem sua velha ordem ruindo pela própria incapacidade e invejam na liberdade alheia o que nunca possuíram, vontade própria. O mundo é dos que vivem e não dos mortos ambulantes. A sabedoria traz a liberdade, o ignorante é só um cão treinado pelo sistema agindo de modo irracional.

Ideias anti-científicas e autoritárias foram espalhadas por propaganda governamental corrupta no sentido de marginalizar as religiões de raízes africanas e indígenas e seus participantes dando vasão a um sistema de produção eurocêntrico baseado na imoralidade da cultura cristã que substituiu a maconha por outros materiais.

Visto que é uma planta capaz de produzir inúmeros diferentes materiais e fármacos que iam contra os interesses das indústrias e dos estados pois promovem a auto-suficiência, ela então foi proibida pelos Estados Unidos e seus lacaios da América Latina seguiram a mesma linha.

Se hoje vemos descendentes de índios e africanos esbravejando contra a maconha só nos resta a pena por ignorarem o que são e atuarem a favor da mão que lhes escravizou e lhes tenta exterminar a cultura. Ninguém é culpado pela própria ignorância até se fazer ciente de que ignorava, os latidos contrários às liberdades individuais nada mais são do que fruto de uma má educação, atitudes irracionais que só levarão a um lugar, gentileza gera gentileza…

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O princípio da não-agressão é um axioma libertário considerado um direito internacional por muitos e afirma que uma conduta será legalmente passível de punição quando iniciar uma agressão contra outros indivíduos, seja a agressão feita através do uso da força ou por meio de fraude.

“Toda pessoa é a proprietária de seu próprio corpo físico assim como todos os recursos naturais que ela coloca em uso através de seu corpo antes que qualquer um o faça; esta propriedade implica no seu direito de empregar estes recursos como lhe convém até o ponto que isto afete a integridade física da propriedade de outro ou delimite o controle da propriedade de outro sem seu consentimento.” (Murray Rothbard

Em resumo, é ilegítimo iniciar agressão contra indivíduos pacíficos. Numa cultura que valoriza o princípio da liberdade individual, a força pode ser usada apenas em retaliação e somente contra aqueles que iniciam a sua utilização.

O cheiro de maconha ou de incenso não é portanto uma agressão passível de punição pois não afeta a integridade física e nem a propriedade alheia. Quando a fumaça já está rarefeita restam apenas compostos odoríficos, incapazes até mesmo de produzir os efeitos da erva, cheiro de maconha não faz mal. Mesmo que o cheiro deixe alguma pessoa enjoada todos peidam, e ninguém pode ser punido por peidar fedorento.

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De outro modo, a agressão contra um hábito que não seja nocivo a você, a tentativa do uso de fraude ou força para intimidar uma pessoa de realizar sua livre manifestação cultural que não afeta a integridade física e nem a propriedade das demais, a própria tentativa de impôr qualquer tipo de autoridade sobre o corpo de outra pessoa, estas sim são atitudes que ferem o princípio da não-agressão, atitudes violentas.

Se faz necessária pressão popular de todas as formas, em todos os tipos de frente, não apenas durante as marchas da maconha mas em todos os locais de uso público e espaços de mídia onde seja possível inserir a pauta da legalização da maconha e de outras drogas como forma de respeitar a população e garantir o livre direito de expressão cultural de cada um.

É preciso legalizar diariamente através do convencimento e do enfrentamento dos latidos de cães reacionários fazendo resistência e não cedendo a táticas de coerção. As pessoas que não aceitam a multiculturalidade devem ser afastadas da mesma, devem desaparecer das vistas de um mundo livre.

O Brasil é um território onde coexistem inúmeras culturas, e a condição de imigrante da maioria delas faz necessário o respeito a diversidade cultural. A proibição das drogas é um preconceito cultural e deve ser extirpado das leis, que deveriam preocupar-se em garantir a pureza e qualidade das mesmas ao consumidor ao invés de puni-lo e motivar que os cachorros latam. A proibição financia o tráfico e isto todos já estão mais do que cansados de saber.

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O cães ladram mas a caravana não pára, e já não possuem nem mais todo o respaldo das instituições estatais que antes lhes davam toda autoridade imoral para agir através da violência para impôr aos outros seus valores culturais, visto que a maconha já está sendo legalizada nos Estados Unidos, país que ordenou a proibição da mesma no continente.

Se acostumem com o cheiro e não encham o saco assim como não enchemos o saco de vocês e não esmurramos a porta do lar de pessoas de bem hipócritas que vocês sustentam quando vocês assistem novela ou cozinham repolho…. Se não gostarem fechem a janela, de nossa parte, seguiremos carburando!

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EL GRAXAIM MACONHEIRO – 14-05-2016 – INDONÉSIA – AFEGANISTÃO – BRASIL

“A primeira emenda da sua constituição
Eu uso pra fazer a minha revolução
Com o microfone na mão, então preste atenção sangue bom
Os cães ladram mais a caravana não pára
Dispara com a metralhadora e não falha
Então se segura na cadeira, planet hemp na área
Muitos cientistas intergaláticos, trabalhando pesado
Para instalar o virus da mediocridade, cumpadi
E deixar cair o véu que separa a cidade
Ilusão vs realidade, o grande combate
A batalha do século, agora bem diante dos seus olhos
Senhoras e senhores, tomem seus lugares
Expectadores e agentes, cicatrizes para alma de todos os presentes…”

CONSCIÊNCIA VEGETAL: MAIS ARGUMENTOS CONTRA A FALÁCIA DO VEGANISMO

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O conceito de ser senciente é um conceito antropocêntrico visto que julga a consciência humana como o padrão para a realização do juízo de valor. Deste modo, alguns vegetarianos defendem até mesmo o consumo de insetos, havendo aí uma falta de observação da vida dos insetos para que fique claro que eles possuem sentimentos, um deles bem compreensível pelos humanos, o medo.

A consciência da existência que é de fato a própria consciência, não necessita se fazer por padrões humanos. Nem existe certeza de que a consciência humana esteja correta sobre si mesma de modo que a pergunta: “o que somos?” continua sem resposta que satisfaça a todos. O sistema nervoso central não é fator limitante da existência ou não de consciência, a natureza produziu inúmeros mecanismos muitos deles completamente desconhecidos pelo ser humano.

A consciência dos fungos e plantas é coisa que já vem sendo afirmada desde culturas ancestrais e através de observação de fenômenos já é sabida a comunicação entre vegetais através de estímulos elétricos e químicos que ao serem recebidos promovem mudança de comportamento. Também é sabido que estes mesmos estímulos elétricos e químicos levam informação de uma parte a outra de cada planta sendo uma espécie de sistema nervoso vegetal.

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O cérebro humano funciona através de estímulos químicos e elétricos da mesma forma como as plantas. Dentro de suas necessidades de adaptabilidade ao meio, da desnecessidade de coleta ou predação do alimento e ao seu ritmo lento de crescimento, os sentidos vegetais evoluíram para suprir as suas próprias demandas e condicionados pela conjuntura inicial do meio terrestre, deserta de predadores.

O fato de não percebermos ou não compreendermos os sentimentos vegetais não faz das plantas e fungos organismos sem consciência. A vida surgiu na água e as plantas foram os primeiros seres vivos a conquistarem o ambiente terrestre. Não haviam predadores, não havia competição, e este ambiente as selecionou naturalmente para uma vida séssil e um ritmo lento visto seu hábito autotrófico.

Animais nos oceanos alimentam-se basicamente de outros animais e detritos, havendo poucos vegetais por lá. Ao invadirem o ambiente terrestre os animais passaram a se alimentar de plantas além de outros animais como já faziam, desta forma nós nos tornamos parasitas das plantas. Invadimos a terra que era exclusividade das plantas e a partir daí forçamos elas a tornarem-se mais inteligentes e ágeis para sobreviverem.

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O experimento de Cleve Backster comprovou que a espécie Dracaena massangeana (Dracena) possui medo de ser predada. Ele colocou seis dracenas em uma sala fechada ligadas a eletrodos, depois disso Backster pegou uma delas e destruiu a planta completamente com uma tesoura, as demais dracenas demonstraram nervosismo durante a situação. Depois do ocorrido, manifestavam o mesmo nervosismo através de aumento dos estímulos elétricos quando alguma pessoa se aproximava delas, especialmente Backster, e especialmente com uma tesoura, este nervosismo não era observado antes de Bakcster assassinar uma delas.

O experimento foi publicado em detalhes no ano de 1966 e várias outras vezes subsequentes e pode ser repetido por qualquer pessoa que utilize os mesmos métodos e aparelhos. Há relatos inclusive de plantas que gostam de música, experimentos com Hydrilla verticillata (imagem acima) demonstraram que determinadas notas musicais alteram o ritmo de vida desta espécie tornando-a mais rápida.

E de que modo imaginar seres que sentem medo da morte como as dracenas ou que são influenciados pela música como as hydrillas como seres que não possuem consciência? Como afirmar que não são sencientes? É apenas uma consciência diferente da nossa, de fato, o conceito de ser senciente é apenas mais um lobby que apela para nossos instintos de empatia, de maneira anti-científica pois vai contra as observações do meio em que vivemos.

Tudo que quer viver é consciente de sua vida, é senciente. A vida em si é consciente e não adianta procurar órgãos definidos como os nossos em plantas ou fungos pois a sua evolução levou as funções que são desempenhadas pelos órgãos em nosso corpo a outros parâmetros de organização. São funções que existem pelos mesmos motivos que as nossas e que geram diferentes sentimentos.

As plantas possuem memória e possivelmente o poder de abstração de sua consciência seja incrivelmente maior do que o nosso devido ao seu modo de vida séssil.

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Segundo Yliria Ferreira da Silva, na USP já foram realizadas pesquisas que constatam que as plantas tem auto consciência e interagem não apenas na superfície como também nas raízes provando haver nelas um sistema de processamento da informação diferente do sistema nervoso dos humanos.

O certo é que o conceito de sistema nervoso em plantas, foi começado por Burdon Sanderson em 1873, e Charles Darwin em 1875 que descobriu potenciais de ação em folhas de Dionaea, a planta carnívora.

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Com a utilização de eletrodos em feixes condutores da planta, descobriram uma corrente elétrica (causada pelas diferenças de potenciais elétricos). Por sua vez, Sibaoka  em 1996 e Pickard em 1973, afirmaram que os potenciais de ação (a tal corrente elétrica já registada por Darwin) seriam utilizados em respostas fisiológicas. Para além disto, afirmou que os mesmos estímulos nervosos seriam de certa forma homólogos aqueles que ocorrem nas células nervosas dos animais.

Se em plantas isto foi provado o que não dizer dos fungos, que fazem brotar cogumelos quando pessoas ou outros mamíferos aparecem em seu território, tentando induzir-lhes a comer e assim espalhar os esporos através das fezes, o que lhes garante além de tudo nutrientes para os bebês.

Muitas pessoas afirmam que os fungos são além de conscientes os verdadeiros responsáveis pela inteligência humana, e isto já possui algumas comprovações, como por exemplo a ligação entre a ingestão de psilocibina e o surgimento da civilização como propõe a teoria do macaco drogado.

Somos de fato predadores de plantas embora algumas tenham evoluído estratégias para evitar que as matemos para nos alimentar, como é o caso da produção de frutos comestíveis, não deixamos de ser predadores e parasitas da maioria delas.

A ética dentro de uma visão biocêntrica da natureza nos convida a encarar todos os seres vivos como sencientes, capazes de sentir prazer, alegria, medo, felicidade, etc. Isto coloca animais, plantas, fungos e todos os seres vivos em um mesmo plano.

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Já foi relatado no texto “O Veganismo é uma fraude elitista e monsântica” alguns pontos que desmascaram esta teoria. Também nos textos “Canibalismo, anarquismo e sustentabilidade” e “Canibalismo por uma humanidade mais ética e horizontal: um outro mundo é possível” está presente a proposta da necrofagia canibal como alternativa sustentável e ética visando o respeito ao indivíduo dentro de uma perspectiva biocêntrica.

Assim o veganismo se mostra contra a ética biocêntrica, visto que do ponto de vista de preservação de todas as espécies e formas de vida, a opção mais ética é a necrofagia canibal, ou seja, o hábito de comer apenas cadáveres da própria espécie. A necrofagia assim como a exploração menos coercitiva possível de seres vivos, buscando aí preservar-lhes a vida, são princípios da ética alimentar numa perspectiva biocêntrica e de respeito ao indivíduo.

A caça ainda é mais ética do que a coleta, pois ao ser que é predado lhe é consentido o direito de fugir, já uma planta não tem escolha, ela só pode ficar parada, nervosa e com medo enquanto é destroçada.

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As pessoas vegetarianas e veganas agem pelo instinto de empatia, que é um instinto especista. Ao abrirem mão da ciência criam valores impositivos de alimentação que são prejudiciais ao equilíbrio do planeta. Mesmo que nossos genes não estejam programados para perceber a complexidade e consciência dos vegetais isto não pode servir como pretexto para cometer injustiças, sendo que o direito a vida é um direito geral e que deve ser respeitado por todas as pessoas.

Dentro de uma perspectiva biocêntrica é mais ético ser carnívoro, necrófago e canibal, se não temos condição de nos tornarmos autótrofos. É preciso que compreendamos que o mundo não é nosso, ou nosso e dos nossos amigos, ele é de todos os seres vivos e todos possuem o mesmo direito a liberdade. As plantas não existem por nossa causa, elas existem em causa própria.

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EL GRAXAIM NECRÓFAGO

13-05-2016

REPÚBLICA OTOMANA DO ZAIRE – NEANDERTÁLIA – PORTVM ALLACRIS

“Atrás de um trilho
reside um velho milho

espiga é seu filho brincando na palha
co alho, co tomate,co repolho
co alho, co tomate,co repolho
co alho, co tomate,co repolho

um dia comi-os com molho,
só pensando, como tudo nesta vida é feito a olho…”

NÃO QUEREMOS SER BRASILEIROS(AS): PELO FIM DA NACIONALIDADE BRASILEIRA COMPULSÓRIA

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Atualmente para deixar de ser brasileiro sem praticar crimes contra a pátria é preciso ir pra outro país, isto é injusto na medida que a maioria das pessoas daqui não quer ser brasileira. É necessário uma campanha que mostre ao estado brasileiro que não desejamos ter nacionalidade brasileira. O Brasil é uma nação compulsória e isto é coerção na medida em que para receber nacionalidade brasileira basta a pessoa nascer aqui.

Sendo a nacionalidade um direito humano e não um dever, é necessário que o Brasil libere quem não deseja possuir a nacionalidade brasileira deste fardo.

Se faz necessária a criação de uma ação coletiva no sentido de coletar assinaturas das pessoas que desejam perder a nacionalidade brasileira sem (à priori) adquirir outra. Na medida em que nacionalidade é um direito humano, aos humanos deve ser ofertada também a possibilidade de tornarem-se apátridas, do contrário não há direito algum envolvido nisto.

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Ao não deixar rota de fuga o estado obriga os que sentem-se apátridas a adotarem táticas de desespero, táticas terroristas. Somente a eletividade da nacionalidade brasileira aos residentes no território de fato poderá trazer a rota de fuga, e com isso a paz necessária para o desenvolvimento dos povos e culturas.

O território hoje administrado pelo brasil é grande e o precedente das reservas indígenas e quilombolas faz deste local o mais indicado para o início do movimento de supressão das nacionalidades civis.

A campanha deverá registrar todos os interessados em retirar sua nacionalidade brasileira de modo a contabilizar o número de apátridas neste território e criar mecanismos para satisfazer suas demandas sem que sejam necessários atritos com o estado brasileiro, para que tudo seja feito pacificamente já que tornar-se apátrida é uma demanda de muitos, senão da maioria, dos que possuem a nacionalidade brasileira.

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Nacionalidade é a condição de um cidadão que pertence a uma determinada nação com a qual se identifica. Portanto, se alguém não se identifica com o Brasil, a nacionalidade deixa de ser um direito e torna-se um fardo. Diz o Artigo 12 da constituição brasileira:

São brasileiros:
I – natos:
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes não estejam a serviço de seu país;
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil;
c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 54, de 2007)
II – naturalizados:
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral;
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira.(Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994).
§ 1º Aos portugueses com residência permanente no País, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos nesta Constituição.(Redação dada pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994).

Se na forma da lei é possível adquirir a nacionalidade brasileira, então pela lei também deveria ser possível abrir mão da mesma, o que de fato não é, sendo apenas possível a substituição de nacionalidade ou a perda judicial da nacionalidade através da prática de crimes. Estes são os casos onde a nacionalidade brasileira é retirada:

Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que:

I – tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;
II – adquirir outra nacionalidade, salvo no casos onde exista acordos de dupla nacionalidade.
a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira; (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994)
b) de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis; (Incluído pela Emenda Constitucional de Revisão nº 3, de 1994).

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A lei não prevê o livre arbítrio dos brasileiros e brasileiras que desejam deixar de ser brasileiros e brasileiras, além de não fazer menção a perda de cidadania quando retirada a nacionalidade. Sendo assim os direitos relativos à cidadania manter-se-iam válidos aos apátridas em caso da lei mudar em benefício dos que desejam retirar a sua nacionalidade.

Ao brasileiro é proibido ser apátrida (a lei não especifica nada para o caso das brasileiras) e a nacionalidade brasileira em nada se parece com um direito pelo fato de ser compulsória. Se é um direito a todos que aqui nascem deveria então ser opcional, é doentio que existam direitos obrigatórios dos quais a pessoa não possa abrir mão.

O estado só aceita garantir os demais direitos humanos em caso de aceite da nacionalidade, esta portanto não é um direito humano, a carta não é de modo algum libertária e aprisiona aos indivíduos. Mais do que isto, a constituição é machista e nem faz menção às brasileiras. Os direitos humanos afirmam que somos todos iguais perante as leis, não afirma que devamos ser todos machos.

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O artigo 15 da declaração universal dos direitos humanos prevê:

1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

A declaração universal dos direitos humanos não prevê que todo ser humano tenha direito de deixar de ter nacionalidade por livre e espontânea vontade de modo pacífico. Isto é uma prova de que a nacionalidade não é um direito de fato, mas apenas outro instrumento da ordem e da hierarquia a serviço das elites monárquicas que instauraram os estados nacionais. Esta declaração sabidamente segue os propósitos desta elites monárquicas pois trata-se de um texto da organização das nações unidas.

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A grande maioria dos brasileiros apenas utiliza a nacionalidade para fins burocráticos, e visto que nada poderia lhes ser retirado em termos de cidadania graças aos direitos humanos e as leis referentes, retirar a nacionalidade dos que assim desejam vai de encontro com a construção de um mundo livre. A nacionalidade nada mais é do que uma marca de ferro em brasa em nossos couros.

Deixar livre a possibilidade jurídica de retirar sua própria nacionalidade brasileira a toda pessoa portadora desta e que assim desejar, assegurada a cidadania, deve ser a meta de uma campanha pela não-compulsoriedade da nacionalidade brasileira, uma campanha pela autodeterminação.

Se de fato o estado islâmico e tantos outros grupos insurrecionistas que promovem o terrorismo seduzem a tantos jovens anarquistas que vivem em democracias ocidentais é pelo fato de não ser a eles facultado o direito de retirar a sua nacionalidade.

Sendo necessário a eles aderirem a uma nova nacionalidade para expressarem a sua não-identificação com a nação que controla o território onde vivem ou praticarem crimes que acarretem na perda de nacionalidade, se tornarão inimigos e provocarão espetáculos de violência.

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Ao criar-se rota de fuga para estas pessoas evita-se a violência. O desejo de deixar de ser brasileiro é honesto e desinteressado de outras nacionalidades, reconhecer-se ou não como parte de algo é coisa que não pode ser feita que não pela própria vontade.

Se nem o condicionamento cultural se mostra eficiente em neutralizar esta demanda então a única solução para o Brasil assim como para todos os estados democráticos é facultar a nacionalidade, esta hoje em dia tida como compulsória nos termos legais válidos no Brasil, de fato se afasta de sua condição natural de direito e contraria o princípio libertário da autodeterminação dos povos.

Não nascemos humanos, nos tornamos humanos, então por qual motivo devemos ter nacionalidade compulsória? Podemos então nem mesmo ser humanos desde que sejamos brasileiros? Desde que vivamos dentro do cercadinho da fazenda?

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Sendo o brasil um país criado por degredados e escravizados é justo que se faça a sensibilização para o fato de que a grande maioria dos que vieram para cá por livre vontade assim o fizeram desejando se livrar do estado que queria matar-lhes, e aos outros não sobrou opção, muito embora o estado que controlava suas regiões de origem seja completamente culpado por terem também vindo para cá.

A organicidade não justifica a presença de um estado no novo mundo, a nacionalidade brasileira é uma piada de mau gosto com os degredados e com os escravizados. O estado brasileiro é mais uma punição infringida pelos monarcas europeus aos que aqui foram obrigados a construir suas vidas.

Se a nação brasileira existe ela de fato não possui nem de perto o número de integrantes que ela alega possuir, de modo que o estado brasileiro e a nacionalidade brasileira são apenas instrumentos de elites que buscam utilizar a força política dos residentes neste território para seus interesses. Não há portanto desrespeito maior aos degredados do que forçar-lhes a uma nova formatação nos moldes que eram as estruturas que os degredaram!

A identificação das várias nacionalidades indígenas e quilombolas assim como as demais nacionalidades que compõe o brasil já serve de base para demonstrar que esta nação não está alicerçada em nada. A tradição do estado brasileiro é a continuidade da tradição da família real portuguesa, é a continuidade do colonialismo sobre esta terra, e a nacionalidade brasileira é o símbolo que o colonizador deseja para dar vazão ao uso da força justificando sua vontade.

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Não somos brasileiros nem brasileiras, nossa identificação não é com este território e as tradições impostas pelas monarquias europeias mas sim com os(as) renegados(as) e também com os(as) escravizados(as). Não temos pátria, nós somos do mundo. A nacionalidade brasileira deve ser portanto opcional para os que nascem no território administrado pelo estado brasileiro.

Define a Sua Cidade

De dois ff se compõe
esta cidade a meu ver:
um furtar, outro foder.

Recopilou-se o direito,
e quem o recopilou
com dous ff o explicou
por estar feito, e bem feito:
por bem digesto, e colheito
só com dous ff o expõe,
e assim quem os olhos põe
no trato, que aqui se encerra,
há de dizer que esta terra
de dous ff se compõe…

…Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado,
Da vossa piedade me despido,
Porque quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado…

(Gregório Matos Guerra)

EL GRAXAIM
09-05-2016
O RETORNO DO CALIFADO – OSTROGÓTIA – ARGÉLIA